Um bom lugar para se conhecer o povo de Belo Horizonte é o Mercado Central. Instalado em um antigo prédio (1929), ocupa a área de um quarteirão numa das principais avenidas da cidade, a Augusto de Lima, em frente ao Centro de Convenções Minascentro.
Na parte interna, possui várias esquinas e entrecruzamentos de ruelas. São estes os caminhos para se percorrer as cerca de 380 coloridas lojas de verduras, flores, frutas, bares e lojas de utensílios do lar. Ali estão não apenas produtos de alta qualidade, mas também as diversas culturas que formam Belo Horizonte. Das ervas medicinais e temperos terapêuticos até os santos católicos e as lojas de umbanda. Convivem lado a lado, no mesmo espaço.
O Mercado Central funciona de 2a a sábado, de 7 às 18 horas. Domingos e feriados, das 7 às 13 horas. Para saber mais, consulte o site: www.mercadocentral.com.br
O Circuito Cultural Praça da Liberdade está transformando os prédios das antigas secretarias estaduais em equipamentos de conhecimento, arte e lazer com infraestrutura moderna, adaptada a um novo conceito de elaboração e fruição cultural. Provido de tecnologia de última geração, o Circuito está transformando a região em um dos maiores complexos integrados de cultura do Estado e do Brasil. Um rico conjunto de cultura e informação composto de museus históricos, artísticos e temáticos, centros culturais, bibliotecas e espaços para oficinas, cursos e ateliês abertos. Ainda integram o complexo cultural outros quatro espaços públicos que passaram por recente processo de revitalização: o Palácio da Liberdade, a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, o Arquivo Público Mineiro e o Museu Mineiro.
Além de oferecer uma bela paisagem, o conjunto arquitetônico da Pampulha é um dos ambientes mais aprazíveis da cidade. É constituído pelo Cassino, a Casa do Baile, a igreja de São Francisco de Assis e a sede do Iate Clube, localizados em pontos estratégicos da Lagoa. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o conjunto foi construído nos anos 40 com a colaboração de grandes nomes modernistas como Roberto Burle-Marx, responsável pela execução dos jardins, e artistas como Cândido Portinari, Aflredo Ceschiatti, Santa Rosa e Paulo Rossi Osir para a criação de painéis, pinturas, esculturas, a decoração interna dos prédios e os trabalhos de azulejaria. Com o passar dos anos, duas construções ganharam nova destinação. No antigo Cassino agora funciona o Museu de Arte da Pampulha e a Casa do Baile passou a ser um centro de referência em Urbanismo, Arquitetura e Design. Ambos são abertos ao público.
Belo Horizonte é o portão de entrada para os principais destinos e produtos turísticos de Minas Gerais. Quase todas as cidades históricas, guardiãs do legado histórico, artístico e arquitetônico do chamado Ciclo do Ouro (séculos XVII e XVIII) estão localizadas a um raio de 150 km, o que faz com a maioria dos turistas chegue por Belo Horizonte, utilizando a cidade, com frequência, como base de hospedagem.
O roteiro turístico do Circuito do Ouro é formado por Barão de Cocais, Belo Vale, Bom Jesus do Amparo, Caeté, Catas Altas, Congonhas, Itabira, Itabirito, Mariana, Nova Lima, Ouro Branco, Ouro Preto, Raposos, Rio Acima, Sabará, Santa Bárbara, Santa Luzia, São Gonçalo do Rio Abaixo.
Destaque para os conjuntos de Ouro Preto, Mariana, Congonhas e São João Del Rei, por onde deixaram suas marcas os artistas Aleijadinho e mestre Ataíde.
Distante apenas 65 km da Savassi, encontra-se um dos maiores centros de arte contemporânea do mundo. Localizado no município de Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Centro de Arte Contemporânea de Inhotim (Caci) é a única instituição brasileira que exibe continuamente um acervo de excelência internacional de arte contemporânea.
É um complexo museológico integrado a um Jardim Botânico de 97 hectares, onde se encontram mais de 350 exemplares de orquídeas da espécie Vanda, além de 1.400 espécies de palmeiras. O conjunto é formado ainda por cinco lagos e uma floresta nativa.
Em meio a belos jardins, estão distribuídos pavilhões que abrigam obras como instalações, pinturas, desenhos, fotografias, filmes e vídeos, além de esculturas ao ar livre. São mais de 500 obras de mais de 100 artistas, de 30 diferentes nacionalidades. Entre eles, artistas contemporâneos de renome nacional e internacional, como Adriana Varejão, Helio Oiticica, Cildo Meireles, Chris Burden, Matthew Barney, Doug Aitken, Janet Cardiff. Para saber mais, consulte o site www.inhotim.org.br.